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Como esconder um app de namoro no celular (iPhone e Android)

Por Equipe Sigilus · Atualizado em · 4 min de leitura

Privacidade não é coisa de quem tem algo errado a esconder. É o direito de decidir quem sabe da sua vida amorosa: família, colegas de trabalho, ex ou quem pega o seu celular emprestado por um minuto. Este guia mostra o que dá para ajustar no iPhone e no Android, e onde esses ajustes deixam de proteger.

1. Tire o ícone da tela inicial

No iPhone

No Android

Os nomes e os caminhos mudam de um fabricante para outro. E vale conhecer o limite: esses recursos escondem o ícone, mas o app continua aparecendo nas configurações do sistema, na lista de armazenamento e, às vezes, na busca do celular. Por isso, o próprio app precisa ajudar.

2. Cuide das notificações

Muita gente é descoberta por uma notificação: "Nova mensagem de Lucas" acendendo na tela bloqueada, em cima da mesa.

No Sigilus, as notificações já chegam disfarçadas de outro tipo de app, sem nomes nem trechos de conversa.

3. Não deixe rastros na loja, no e-mail e no navegador

O Sigilus é instalado direto pelo navegador, sem passar por loja de aplicativos, então não entra em histórico de compras. O e-mail cadastrado fica cifrado e não aparece para ninguém, e o app tem nome e ícone discretos na tela inicial.

4. Exija uma senha só do app

Esconder o ícone não adianta se o app abre direto quando alguém o encontra. Prefira apps com senha ou PIN próprios, diferentes do bloqueio do celular, e que travem sozinhos quando você sai deles. O Sigilus só abre com o seu PIN e trava sozinho quando você sai.

5. E se alguém exigir que você abra o app?

Às vezes o problema não é um olhar curioso, é pressão. Para esses casos, o Sigilus tem o PIN de pânico: um segundo PIN, opcional. Se você for pressionado a abrir o app, digite ele no lugar do verdadeiro. O app abre normalmente, mas seus matches, conversas e fotos já foram apagados em silêncio.

Controle não é cuidado. Se alguém vigia o seu celular, ameaça você ou impede você de ter vida própria, isso vai além da privacidade. No Brasil, o Ligue 180 atende mulheres em situação de violência, 24 horas, de graça. Em emergência, ligue 190.

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