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Rio de Janeiro

Encontros LGBTQIA+ no Rio: privacidade, segurança e seus direitos

Por Equipe Sigilus · Atualizado em · 5 min de leitura

Encontros LGBTQIA+ no Rio podem ser leves e seguros mesmo para quem não se assumiu no trabalho ou em casa. Veja como controlar quem vê o seu perfil, reconhecer os sinais de uma armadilha antes do primeiro encontro, conhecer os seus direitos e saber onde buscar ajuda no estado.

Se assumir é decisão sua, no seu tempo

O Rio tem uma cena LGBTQIA+ visível e diversa, mas visibilidade na cidade não significa segurança em todo lugar. Muita gente vive a própria orientação ou identidade com liberdade entre amigos e com discrição no trabalho, na família, na igreja ou no bairro onde cresceu.

Nenhuma dessas escolhas precisa de justificativa. O que um app de encontros deve fazer é deixar você decidir quem vê o quê, e quando. Os cuidados gerais estão no post sobre apps de encontro para pessoas LGBTQIA+; aqui, o foco é o Rio e o que o Sigilus faz por você.

Um perfil que não entrega quem você é

Se você mora numa cidade menor do interior, onde todo mundo se conhece, aumente a "Distância máxima" nas Configurações para conhecer gente de fora do seu círculo: ela define até onde o Descobrir procura, e vai até 500 km.

O que o selo Verificado garante, e o que não garante

O Sigilus confirma a idade de quem entra, como exige o ECA Digital, que não aceita autodeclaração. A pessoa enquadra o rosto e faz dois movimentos de cabeça, e a idade é estimada no próprio servidor do Sigilus; as fotos do rosto são analisadas e descartadas na hora.

O resultado é o selo azul "Verificado": uma pessoa real, maior de 18. Ele não confirma que as fotos do perfil são daquela pessoa nem diz nada sobre o comportamento dela. Por isso, os cuidados abaixo continuam valendo para todo mundo.

Primeiro encontro: como reconhecer uma armadilha

Encontros-armadilha marcados por aplicativo existem: alguém finge interesse para atrair a vítima a um lugar onde possa roubar, extorquir ou agredir, apostando que ela terá medo de denunciar e se expor. Fique atento a estes sinais:

No dia, vale o básico: chamada de vídeo antes, lugar público e movimentado, alguém de confiança sabendo onde você está e ida e volta por conta própria. Se precisar de ideias de onde marcar, veja os 15 lugares do post primeiro encontro no Rio.

Se algo parecer errado, vá embora sem se explicar. No app, denunciar alguém também bloqueia a pessoa na hora, e cada denúncia é analisada por alguém da equipe; bloquear não avisa o outro lado. E se alguém ameaçar expor a sua orientação ou divulgar fotos em troca de dinheiro, não pague: veja o que fazer em caso de sextorsão.

Seus direitos

Em junho de 2019, no julgamento da ADO 26 e do MI 4733, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a homofobia e a transfobia devem ser punidas pela Lei do Racismo (Lei 7.716/1989) até que o Congresso aprove uma lei específica. Na prática, discriminar alguém por ser LGBTQIA+ é crime.

Se você for ofendido, ameaçado ou agredido por preconceito, conte no registro da ocorrência que houve motivação LGBTfóbica. Antes de denunciar, guarde provas: prints do perfil e da conversa, apelido, datas e horários.

Onde denunciar e buscar apoio no Rio

O Sigilus é o app de encontros discreto do Rio: gente real, 18+, e a sua vida pessoal continua sua. Veja como ele funciona na cidade do Rio, na Baixada Fluminense e nas outras regiões do estado do Rio de Janeiro.

Checklist antes de sair